sábado, 9 de outubro de 2010

Ciranda Filosófica (2006)

Notícia antiga. Mas é legal para marcar datas.

Ciranda Filosófica enfoca “Nietzsche e a razão como loucura”

A professora de Filosofia da Unicap, Marta Perrusi, é a próxima palestrante da Ciranda Filosófica que o Laboratório de Filosofia da UFPE promove na próxima sexta-feira (7/3/2006), às 19 horas no auditório da Livraria Cultura. Sobre o tema “Nietzsche e a razão como loucura” a explanação contará com a participação do professor da Filosofia da UFPE Marcelo Pelizzoli como debatedor.

Resumo

Nietzsche não é apenas um pensador é o ícone de um tempo de mutação, representa um modo de ser e representa às vezes uma ameaça. A Razão e o racionalismo ligam-se à segurança da identidade; os costumes, a moral e as religiões não poucas vezes suprimem a potencialidade vital da Natureza em nós. Quem está louco afinal de contas? A razão tem suas loucuras camufladas e para ver isso nada melhor que um espírito livre, um desmascarador da tradição, um artista.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Você sabe o dia que vai morrer?

Pois é, Vital acordou fazendo essa pergunta:
"Você sabe o dia que vai morrer?"
"Não, não sei. Só quem sabe é Deus."
"Eu sei."
"E quando é?"
"No último dia."

sábado, 28 de agosto de 2010

O Céu dos Índios

Vejam esse clip do Cocoricó, sobre o Céu dos Índios. Assisti semana passada, com Vital, mas só pude colocar aqui hoje. Está muito legal!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Semana Mundial da Amamentação - Recife

Oração Vitalina

Eu só dei o mote:
"Deus, obrigado pelo dia de hoje"

A oração é toda dele:

Deus, obrigado pelo dia de hoje!
Deus, obrigado pelo dia de amanhã!
Deus, obrigado pelo dia de ontem!
Deus, obrigado pelo dia de todo dia!

Sou mãe coruja e acho lindo, viu?

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Aguardando Ágora de Alejandro Amenábar

Encontrei essa crítica. Estou aguardando ansiosa pelo filme:

domingo, 20 de junho de 2010

O sol só nasce uma vez...

Filho acordando muito cedo, quase de madrugada, no meu entender. Resolvi ter uma conversa séria com ele:

Vital, você está acordando todo dia antes do sol nascer... (eu, a insone)

E o sol nasce todo dia? (ele, o insquisitivo)

Nasce, sim. (eu, a que acha que sabe das coisas)

Não! O sol só nasce um dia; nos outros, ele acorda! (ele, o mestre)

É, você tem razão... (eu, a orgulhosa, radiante, sei lá o que, da reflexão do meu pequeno)

terça-feira, 4 de maio de 2010

CineFilosofia - Koyaanisqatsi

Ontem foi dia de CineFilosofia na Unicap, aqui está a matéria.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Uma nova corrida para a Lua

Essa é a manchete da notícia do Yahoo. Resolvi divulgá-la por conta da sincronia do texto em que comentei Lunik 9, o primeiro artefato humano a pousar na lua. E olha só: agora a Lua está sendo cobiçada novamente pela exploração Espacial, desta vez envolvendo China, EUA e Índia...

O tema do dia 27/04 também promete: Lixo Espacial.

domingo, 4 de abril de 2010

O olhar astrológico ainda é encantado - Lunik 9

Lunik 9 foi composta por Gilberto Gil em 1967, momento histórico em que se vivia plenamente a disputa pelo solo lunar. Disputa da guerra fria, que envolvia conflitos ideológicos, mas, sobretudo, predomínio de uma ciência exploratória em que a beleza da poesia parecia perder pouco a pouco a vez. Apenas parecia, porque este tipo de evento também servia para criações como Lunik 9.

Fred Góes comenta a música:  Em Lunik-9 - aparentemente um alerta a ingênua tríade "poetas, seresteiros, namorados" - compõe um veemente manifesto político a respeito das conquistas espaciais, faca de dois gumes dos tempos modernos, delineando em sua bem inspirada letra a guerra fria entre nações pela posse do desconhecido, já que o conhecido está inteiramente apossado: "Guerra diferente / Das tradicionais / Guerra de astronautas / Nos espaços siderais".

Lunik 9 faz parte do álbum Louvação, em que está presente uma música bastante conhecida, Procissão, que também fala das coisas do céu: Olha / Lá vai passando a procissão / Se arrastando que nem cobra pelo chão / As pesoas que nela vão passando / Acreditam nas coisas lá do céu / As mulheres cantando tiram versos / E os homens escutando tiram o chapéu.

Como alerta Fred Góes, Gil está atento àquela época às coisas do céu, tanto no sentido poético, quanto no sentido religioso, além de denunciar o sentido astronômico-científico-exploratório-conquistador. 



Luniks são sondas ou módulos lunares soviéticos, lançadas a partir de 1959. A Lunik 9, em 1966, foi a que primeiro pousou na Lua, dentre as Luniks, que, até então eram de sobrevôo ou de impacto. Aqui vemos uma lista das sondas interplanetárias e suas missões.

A canção de Gil, escrita no ano seguinte ao pouso da Lunik 9 na Lua, antes da chegada do homem na Lua, hesita entre a exploração e o encantamento. Vamos pensar a letra?

Poetas, seresteiros, namorados, correi
É chegada a hora de escrever e cantar
Talvez as derradeiras noites de luar

Momento histórico
Simples resultado
Do desenvolvimento da ciência viva
Afirmação do homem
Normal, gradativa
Sobre o universo natural

Sei lá que mais

Ah, sim!
Os místicos também
Profetizando em tudo o fim do mundo
E em tudo o início dos tempos do além
Em cada consciência
Em todos os confins
Da nova guerra ouvem-se os clarins

Guerra diferente das tradicionais
Guerra de astronautas nos espaços siderais
E tudo isso em meio às discussões
Muitos palpites, mil opiniões
Um fato só já existe
Que ninguém pode negar
7, 6, 5, 4, 3, 2, 1, já!

Lá se foi o homem
Conquistar os mundos

Lá se foi
Lá se foi buscando
A esperança que aqui já se foi
Nos jornais, manchetes, sensação
Reportagens, fotos, conclusão:
A lua foi alcançada afinal
Muito bem
Confesso que estou contente também

A mim me resta disso tudo uma tristeza só
Talvez não tenha mais luar
Pra clarear minha canção
O que será do verso sem luar?
O que será do mar
Da flor, do violão?
Tenho pensado tanto, mas nem sei

Poetas, seresteiros, namorados, correi
É chegada a hora de escrever e cantar
Talvez as derradeiras noites de luar


Ora, se esse devaneio exploratório predomina, onde fica o encantamento? É disso que falamos. O olhar astrológico ainda é encantado. Esse avanço tecnologico, presente na musica de 1967, traz um olhar exploratório, conquistador. Para onde iremos sob o jugo desse segundo olhar? Que olha, mas não vê a destruição ao seu redor? O lixo estelar que estamos criando (satélites, sondas etc etc). Há uma cena em Wall-E, fantástica, quando ele sai da Terra e atravessa um monte de entulho orbitando nosso planeta, antes de chegar no espaço sideral. Até que ponto esse lixo estelar, de nossa responsabilidade, nos diz respeito ("aquilo que está em cima é como aquilo que está embaixo")?

O que acabei de escrever está mais para reflexões meio soltas, pois acabei de conhecer música, letra e som. Não deixem de ouvi-la. Está bem bonita. Além de Gil cantando, aqui, há uma versão de Elis, pode ser ouvida aqui. A propósito, adorei o site do Gil!

Aqui, o próprio Gil comentando sua composição:

"Recebi o impacto da notícia do pouso (suave, segundo as avaliações) do Lunik 9 na lua com orgulho e ponderação: estávamos conquistando o espaço, mas aonde isso ia dar? Não era só o cidadão que especulava, mas também o artista, com o senso da responsabilidade de ser locutor da sociedade junto à história. Eu tinha que falar no assunto por isso - e também pelo sentido de competição. Havia uma disputa olímpica entre nós. 'Provavelmente alguém vai fazer música sobre isso; deixa eu fazer logo a minha', pensei.

"Lunik 9 - uma suíte com vários andamentos e atmosferas, entremeada de narração, reflexões e advertências - é uma canção pretensiosa para o grau de informação que eu tinha a respeito, mas bacana também por isso: por vulgarizar, no sentido de divulgar, traduzir, em linguagem simples, um tema em princípio complexo. Nesse aspecto, é também apócrifa, em relação aos cânones da época - embora a bossa nova já tivesse dado a abertura para temas e termos (a Rolleiflex e outras coisas); e iniciática, em relação ao meu trabalho, do qual a questão do mistério do cosmos acabou se tornando uma linha mestra.

"Mas frente ao significado do que a motivou, Lunik 9 apresentava um contraponto conservador, uma atitude ecológico-reativa, um temor exagerado da tecnologia e de que se inaugurava a possibilidade de extinção do próprio luar - da luz interior da lua. À época eu gostei de tê-la feito, mas no período tropicalista eu já achava a música boba, ingênua. Hoje em dia acho relevante aquilo ter-me ocorrido: a inspiração nasceu de uma profunda assunção de um sentido trágico de meu tempo.

"Engraçado. No momento em que escrevi 'a mim me resta disso tudo uma tristeza só', era em Orlando Silva que eu pensava. Era a defesa parcial de um mundo - romântico - que eu identificava como o do Orlando Silva, símbolo e canto de um outro tempo ainda, anterior ao meu, à própria bossa nova."  


Lunik 9, de Gil, foi também analisada aqui, por Felipe Fortuna:  A poesia, uma vez mais, se viu atacada. Num artigo publicado este mês no jornal Libération sobre o Google Street View, mencionou-se que “de renúncia em renúncia, o tempo dos poetas estará morto, o instante furtivo dos bancos públicos” desaparecerá. Será mesmo assim? A percepção fatalista dos avanços técnicos e científicos omite que a poesia se nutre, em boa parte, das relações que as sociedades estabelecem ao longo do tempo. 

E aqui também tem uma ideia bem interessante, por Marcos Nobre: Pode ser um alívio a lua deixar de ser fonte de mistério, melancolia e projeções românticas. Ao sumir do horizonte sentimental, deixa de servir de ícone da decepção amorosa mais recente e leva com ela uma tralha poética que já não tem mesmo muito a dizer. Mas, de outro lado, esse despojamento de metáforas e mitos só pode ser vivido por alguém “fatigado de mais-valia”, por quem se encontra submetido à rotina alienante do trabalho capitalista. Aqui, o que parecia estar em via de desaparecer era o encantamento da natureza. De alguma forma, a própria ciência pretendia colocar esse encantamento a seu serviço, pretendia traduzir impulsos mágicos em termos de mistérios por desvendar.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Hora do Planeta e das Estrelas

Só para divulgar, que achei a ideia ótima! O que fazer na Hora do Planeta, quando somos chamados a apagar as luzes no sábado.

Sabe o que Rex vai fazer neste fim de semana? Ajudar o planeta e... observar os astros!

(Ilustração: Jaca).
Acabei de marcar um compromisso muito importante na minha agenda. No sábado, dia 27 de março, às 20h30, vou participar da Hora do planeta: um evento que incentiva as pessoas a apagarem as luzes, por uma hora, para reduzir o consumo de energia e, assim, combater o aquecimento global.

Mas o melhor você ainda não sabe! Além de ajudar o planeta, vou aproveitar essa noite para observar melhor o céu e os astros também. Afinal, sem as luzes da cidade, o brilho das estrelas vai ser visto com mais nitidez. Duvida? Palavra de especialista!

O planetário da cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, está até convidando os cariocas para observar o céu durante a Hora do planeta. Os astros serão vistos através de telescópios e com a ajuda de uma carta celeste: um mapa que mostra a posição das estrelas que podem ser vistas a olho nu. Se boa parte da população desligar as luzes, a expectativa é ter, durante 60 minutos, muito a observar!
Hora do planeta e das estrelas 2
Sem as luzes da cidade para atrapalhar, a expectativa, no Rio de Janeiro, é conseguir ver até a nossa galáxia, a Via Láctea (foto: E. L. Wright - UCLA/Projeto COBE/ DIRBE/NASA).

“Será possível ver, no Rio de Janeiro, a Via Láctea, além da constelação de Órion e do Cruzeiro do Sul com mais nitidez”, conta o astrônomo Alexandre Cherman, que trabalha na instituição carioca.

Já pensou ver a Via Láctea? Muito legal, não é mesmo? Então, se você vive no Rio, participe dessa atividade. Já se mora em outra cidade... Não desanime! Sempre vale a pena voltar os olhos para o céu e apreciar as estrelas!

Observação do céu durante a Hora do planeta
Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro
Sábado, 27 de março de 2010, às 20h30. Distribuição de senhas a partir das 20h.
Grátis!
Rua Vice-Governador Rubens Berardo, 100, Gávea, Rio de Janeiro/RJ. Tel.: (21) 2274-0046.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Feliz Ano Novo

O calendário da Coisa Pakka chegou para comemorarmos o Ano Novo do Equinócio de Áries.
Valeu!!!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Festa do equinócio

Imperdível, estarei lá, sem falta!


Receita de pizza integral

Faz tempo que eu queria fazer uma pizza integral sem queijo. Ontem consegui e ficou maravilhosa!

Aí vai a receita:

Massa:
1 sachê de fermento de pão
1 colher de sopa de açúcar mascavo
3 xícaras de farinha de trigo integral
3 colheres de sopa de azeite
sal a gosto
1 xícara de água morna
Coloquei tudo em uma tigela e amassei com a mão. Deixei descansar a massa por 30 minutos, enquanto fazia o creme de falso "queijo" que ia cobri-la.

Recheio
Molho de tomate

Cobertura
Creme de falso "queijo"
1/2 xícara de castanha do pará
1/2 xícara de água
1 colher de chá de levedo de cerveja
1 pitada de açúcar
1 colher de sal
1 xícara de óleo de girassol
suco de limão
1 colher de sopa de vinagre
1 colher de sopa de tahine
2 colheres de sopa de aveia em flocos
1 colher de sopa de maizena
Coloquei tudo no liquidificador bati muito até ficar creme com as castanhas muito picadas. Depois levei para cozinhar, mas não muito, somente para engrossar um pouco.

Peguei a massa, que já tinha crescido, e coloquei na forma untada com óleo. Pré-assei em forno médio pré-aquecido por 10 minutos. Em seguida, tirei a pizza e a cobri com molho de tomate e, por fim, coloquei o creme de falso queijo. Levei ao forno, novamente, em forno alto por cerca de 15 minutos.

Amamos o resultado. Muito melhor do que algumas pizzas que já comi, inclusive, depois que esfria, o "queijo" não fica borrachudo!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Sandman e Vital

Sandman, Neil Gaiman. Sou fã, li todas as revistas com avidez, mesmo que fossem  emprestadas. O acesso a Sandman não era fácil no fim dos anos 80, início dos 90.

Quando a Conrad publicou, claro que fui comprando os exemplares encadernados...

Apesar de saber que Sandman é homem da areia (oh!), pois um de seus objetos é um saco de areia que ele joga nas pessoas e elas adormecem, nunca soube a origem dessa lenda.

Agora eu sei! Vital sempre disse, desde muito pequeno, quando a gente começava a notar que o sono estava vindo: "estou com areia nos olhos". E eu respondia: "é o soninho".

Imagino que alguém tivesse respondido a uma criança, como Vital, nascida na origem da lenda: "tem um homenzinho que joga areia nos olhos das crianças quando chega a hora de ir dormir"...

quinta-feira, 4 de março de 2010

Circuito de palestras sobre astronomia (divulgação)

A Associação Astronômica de Pernambuco, em parceria com a Sociedade Astronômica do Recife (AAP-SAR), está organizando um circuito de palestras referentes à astronomia, que serão ministradas por membros da associação. O evento, que começou no último domingo (28), acontece sempre no último dia da semana, até o mês de junho.
Quatro palestras são realizadas por dia, sobre temas diferenciados. No dia 7 de março, às 14h, a primeira palestra vai ser comandada pelo presidente da AAP, Aldemário Prazeres, que discutirá sobre a História da Astronomia em Pernambuco. Logo em seguida, o geógrafo Mitsuo Albuquerque vai dar uma introdução à Astronáutica.
Após um intervalo com direito a “coffee break”, os alunos seguirão para a palestra da geóloga Bruna Borba sobre Vulcões Extraterrestres. Para finalizar o domingo, o geógrafo Flávio Ferro é quem comanda uma exposição para tratar dos Mitos e Lendas da Astronomia e sua Aplicabilidade na Educação. O curso está previsto para terminar às 18h15.
Os interessados em participar do Circuito devem se inscrever no site www.aapsar.com.br e efetivar o pagamento de 15 reais no local  onde acontecem as palestras. O espaço dedicado ao evento fica localizado na sede do Instituto Pernambucano de Pesquisas Psicobiofísicas (IPPP), logo atrás do Museu do Estado, na Rua Sérgio Magalhães, nas Graças. As vagas são limitadas.


Do siteda Sociedade Astronômica do Recife:
O objetivo desse Circuitos de Palestras Astronômicas com temas variados, vem atender a premissa de popularização da ciência astronômica e suas correlatas frente ao público especifico e simpatizante da Astronomia de uma maneira geral. os Circuitos de Palestras pretende em suas edições iniciais, fazer uma divulgação da Astronomia para iniciantes, onde paulatinamente em cada edição iremos apresentar conteúdos mais específicos da ciência astronômica. Dessa forma, pretendemos que os conteúdos expostos venham capacitar o público presente como um verdadeiro Curso de Iniciação em Astronomia. As palestras vão ser sempre nos dias de Domingo, e com 4 palestras diferenciadas em cada Circuito. Informações sobre os tópicos das palestras e inscrições, favor enviar e-mail para: aapsar@gmail.com. Os participantes receberão certificado. Participem!!!

LOCAL: Sede do IPPP (R. Sérgio Magalhães, 54, Graças, Recife - a rua fica por trás do Museu do Estado)
HORA: 07 de Março
VALOR: R$ 15,00

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Mudando o foco para falar de coisas importantes: sustentabilidade, meio ambiente e ecologia

O tema no qual mais penso ultimamente é sustentabilidade, meio ambiente e ecologia. Já estou fazendo algumas coisas bem concretas com relação a isso. Aqui em casa, separamos o lixo para reciclagem, não usamos chuveiro elétrico (nem a gás, o banho é frio mesmo), procuramos comprar alimentos orgânicos, usamos sacolas retornáveis e comecei hoje a ir ao trabalho de bicicleta. Adorei ter ido ao trabalho de bike, me senti bastante segura, os ônibus (que a maioria das pessoas temem) respeitaram minha passagem, foi incrivelmente mais rápido do que as pessoas supunham.

Acredito que cada pessoa tem seu tempo para fazer suas mudanças. Entretanto, isso pode ser usado como desculpas para não se desfazer de sua rotina e de seu conforto, evitando ver o fato de que nós não teremos tanto tempo assim nessa vida confortável se continuarmos a viver agredindo nosso planeta.

Por isso, a partir de hoje, acrescento mais um tema a esse blog. Afinal, tem sido minhas pesquisas mais recentes: madeira de demolição para móveis, roupas de algodão orgânico, composteiras para apartamento, furoshiki (esse eu realmente A-D-O-R-E-I, inclusive, já embalei livros com essa técnica e quando for dar um presente, a pessoa ganhará a embalagem junto). Mas tudo isso merece um post próprio.

Aliás, esse post foi motivado pela RedeEcoblogs, que sigo no Twitter. Eles estão com uma campanha de Reciclar um post de tecnologia, coisa que pretendi fazer no post seguinte. Minha primeira ideia para reciclar um post, era falar de "Até o Fim do Mundo" e relacionar com esse post. Mesmo que eu não consiga assistir ao filme até o fim do prazo da campanha, vou escrever sobre o tema!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

História do Observatório Marc Grave

Você sabia que o Primeiro observatório astronômico das Américas foi construído em Recife há 370 anos?

Profissão: astrólogo

Ontem saiu uma matéria no jornal Diário de Pernambuco, no Caderno Guia de Profissões, sobre a profissão do astrólogo.
Vale a pena ler.
A matéria está dividida em quatro partes:
Intérpretes do céu
Muito mercado pela frente
Atividade ainda é deturpada e
"Não fazemos adivinhações".

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Mensagem de Pazes

Merece divulgar a mensagem de Pazes que Paloma nos trouxe:


"Os indios Aymara, que habitam há séculos as margens do lago Titicaca, nos Andes, defendem a necessidade de sete diferentes tipos de paz:

A primeira é para dentro de si. Consigo próprio, na saúde do corpo, na lucidez da mente, no prazer do seu trabalho, na correspondência dos seus amores.


A segunda é para cima. Com os espíritos de seus antepassados, com a vontade de Deus.


A terceira paz é para frente, com seu passado. Nossa cultura ocidental põe o passado para trás. Já os Aymara põem o passado à frente, porque ele é o conhecido, o visto, o vivido.

A quarta é para trás, com seu futuro.

A quinta é para o lado esquerdo, com seus próximos.

A sexta paz é para o lado direito, com seus vizinhos.

A última paz é para baixo, com a terra em que você pisa, de onde virá seu sustento."